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Carlos ABANTO-RODRIGUEZ Edvan ALVES-CHAGAS Teresinha COSTA-SILVEIRA DE ALBUQUERQUE Aline das GRAÇAS-SOUZA Wellington FARIAS-ARAÚJO Pollyana CARDOSO-CHAGAS Jeysse Kelly CARVALHO-DE ANDRADE Olisson MESQUITA-SOUZA

Resumen

Uma das tendências do mundo moderno é a orientação ao consumo de produtos naturais com alto valor nutritivo e vitamínico. O camu-camu é uma fruteira nativa da Amazônia, que chama a atenção pelo alto conteúdo de vitamina C (6,116 mg/100 g de polpa). La espécie está em processo de domesticação, pelo qual se vem desenvolvendo modelos tecnológicos para lograr seu estabelecimento em condições de terra firme. Com o objetivo de avaliar diferentes doses de potássio aplicadas via fertirrigação no desenvolvimento inicial de plantas de camu-camu, conduziu-se um experimento no centro experimental Agua Boa da Embrapa Roraima. Utilizou-se o delineamento experimental em blocos casualizados com 5 tratamentos 0; 40; 80; 120 e 160 kg ha-1 de K, aplicado em forma de KCl, seis repetições e sete plantas por parcela experimental. O experimento foi conduzido durante 270 dias após o transplantío (DAT). A cada 30 dias foram avaliados o diâmetro do coleto (mm) e altura de planta (cm); logo a cada 90 dias foram avaliados o número de ramos e comprimento total de ramos (cm). Ao final do experimento foi avaliado a massa seca das folhas, massa seca dos ramos, massa seca do sistema radicular, massa seca total (g) e o índice de qualidade de Dickson. Diante dos resultados, verificou-se que a fertilização potássica na dose 160 kg ha-1 de K O via fertirrigação 2 proporcionou maior crescimento e qualidade de plantas camu-camu no primeiro ano de adubação em condições de terra firme.

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Palabras clave
Myrciaria dubia; Nutrição mineral; Nutrientes; Irrigação